CATEGORIA MAIS CONSCIENTE: PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2011 DA DIRETORIA DO SINTERGS CONTINUA REPROVADA E A DE 2012 FOI REJEITADA




Resposta ao colega Ricardo (SSP): "Prezado colega Ricardo: o Governo tem feito reuniões para tratar da nossa (técnicos-científicos) situação. Como eu já havia dito anteriormente aqui no blog, haverá a elaboração de um plano de carreira. A partir de junho isso ficará mais claro. O problema está na dimensão desse plano, haja vista a sabotagem que enfrentamos e que vem dos inimigos que estão em nossa trincheira. Insisto em alertar os colegas para o fato de que aqueles que deveriam nos representar querem, na verdade, a nossa extinção, para mudar o nome do nosso sindicato e transformá-lo num caça-níqueis sindical ainda maior do que já é. Quem assistiu ontem (10/05) a lamentável e vexatória participação do presidente do SINTERGS no programa Conversas Cruzadas da TV COM teve a oportunidade de perceber claramente o que venho dizendo há muito tempo. Temos que lutar para que a diretoria do SINTERGS não destrua a oportunidade que temos, no Governo Tarso, de sair dessa penúria salarial em que fomos PROPOSITADAMENTE colocados no Governo Yeda pela nossa representação sindical. De propósito, fomos lançados - como moeda de troca - no colo da maldita FESSERGS para recebermos 6% de reajuste. As demais carreiras de nível superior foram contempladas com planos de carreira ou melhorias salariais significativas, mas nós tínhamos que perecer, para que os interesses sindicais dos nossos “representantes” se tornassem viáveis. O projeto desses indivíduos continua, basta observar o que está acontecendo. Não somos prioridade no SINTERGS. Pelo contrário: depois que todas as categorias que compõem o balaio de gatos do SINTERGS estiverem satisfeitas, então o sindicato ficará ainda mais satisfeito ao ver que sobraram apenas migalhas para os técnicos-científicos, pois precisamos empobrecer para ficarmos mais fracos, mais desmotivados e, então, dominados. Porém, lutaremos para preservar nossas carreiras. Os colegas que já estão nessa luta têm sangue nas veias e vergonha na cara. Estão de parabéns. Abraço! "


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SABOTAGEM INTENSIFICADA: assim que a Secretária Stela Farias falou em plano de carreira para os técnicos-científicos, o presidente do SINTERGS e sua diretoria trataram de, imediatamente, lançar uma mobilização por melhorias salariais para outro Quadro, e bem no momento em que buscamos sair da penúria salarial em que estamos. Pergunto a vocês: o que vai sobrar para os técnicos-científicos? O que o presidente está fazendo é sabotagem ou não? Alguém ainda tem dúvida?



RESPOSTA A UM COLEGA ANÔNIMO: obrigado pelo comentário.  Em resposta ao teu pedido, digo que não há informações “desencontradas”, e, sim, comportamentos antagônicos. Explico. Tanto a manifestação do Secretário Beto Albuquerque (a pedido do Governador, que, naquela oportunidade, estava ao lado dele) quanto a ajuda que temos recebido de jornalistas que sempre mencionam a nossa categoria, são conquistas produzidas pelo esforço e pelo trabalho dos próprios técnicos-científicos, sem qualquer apoio da diretoria do SINTERGS. Foi assim no gabinete digital, tem sido assim no twitter e nos contatos que temos conseguido com a imprensa e com autoridades públicas. Trabalhamos sem parar visando conseguir melhorias salariais significativas e urgentes para a nossa categoria. Porém, nossa grande (maior) dificuldade é enfrentar a sabotagem produzida pela própria diretoria do SINTERGS. Num momento importante como esse para a nossa categoria, a diretoria do sindicato vai ao Governo pedir reajustes e majorações salariais para outro Quadro. Isso é burrice? Claro que não. É sabotagem. Portanto, as informações que surgem não são “desencontradas”. O que há – e os fatos  dizem isso claramente – é a vontade da diretoria do SINTERGS de impedir a consolidação de avanços salariais importantes para a nossa categoria. O projeto da atual diretoria, de mudar o nome do nosso sindicato para “Sindicato dos Técnicos de Nível Superior do Poder Executivo” ampliando, assim, o balaio de gatos que já é o SINTERGS para dobrar ou triplicar a arrecadação do sindicato, requer o enfraquecimento e a desmotivação dos técnicos-científicos. Os colonizadores (diretoria do SINTERGS) precisam aniquilar os índios (técnico-científicos) para ficar com o sindicato destes.  Eles (diretoria) conseguiram nos transformar em primos pobres dentro do nosso próprio sindicato, e querem que permaneçamos assim, até a nossa extinção. Observe na entrevista da Secretária Stela Farias o momento em que ela revela que o nome da nossa gratificação foi modificado a pedido da diretoria do SINTERGS. A Secretária disse que a mudança ocorreu porque “na mesa de negociação eles entenderam assim”. A GIC estava identificada com a nossa categoria (Gratificação de incentivo CIENTÍFICO). A GET (Gratificação de Estímulo Técnico) poder servir a qualquer categoria, até mesmo àquelas de nível médio. Pior que isso foi quando (março de 2011) a diretoria do SINTERGS disse ao Governo que não queria mais a GIC, e, sim, um reajuste de 53% (a tal “proposta ousada”). Espero que, desta vez, todos os técnicos-científicos percebam o que está acontecendo,antes que seja tarde demais.
 
   

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SABOTAGEM EXPLÍCITA: “O secretário-geral da FESSERGS, Flávio Berneira, destacou que depois do quadro-geral, os servidores da Saúde são os que têm a pior remuneração do Executivo.”.  A afirmação inverídica produzida por esse cidadão pouco importaria a qualquer um de nós. Porém, essa inverdade é uma escancarada agressão aos técnicos-científicos porque foi publicada na página do nosso (?) sindicato. A diretoria do SINTERGS mandou publicar essa afirmação absurda no momento em que os técnicos-científicos experimentam um estado de absoluta penúria salarial e lutam (sozinhos, por conta própria) para que o Governo elabore imediatamente um plano de carreira que nos dê mínima dignidade salarial. A diretoria do sindicato nem se importa em fazer, explicitamente, esse tipo de sabotagem. Ficam à vontade.


GOVERNO PREPARA PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS PARA OS TÉCNICOS-CIENTÍFICOS: Secretária Stela Farias, em recente entrevista à Rádio Guaíba, disse que o Governo já deu início à elaboração de um novo plano de carreira para a nossa categoria. Pelas declarações da Secretária, parece que as mudanças serão significativas. O perigo está na participação do SINTERGS nesse processo. Notem que ao falar da mudança de nome da GIC para GET Stela Farias revelou que essa mudança foi um pedido da diretoria do SINTERGS: “na mesa de negociação entenderam que era assim”.  Será que a diretoria do SINTERGS não vai pedir ao Governo que reduza a oferta aos técnicos-científicos nesse plano de carreira para dar reajustes para outras categorias que formam o balaio de gatos que é hoje o nosso sindicato? Corremos esse sério risco de sabotagem. Ouçam a entrevista clicando no link: Entrevista Stela Farias


PAGARAM? POR QUÊ? Ao invés de pagar sem dar satisfações ao Conselho Deliberativo, muito menos ao Quadro Social, a diretoria do SINTERGS deveria ter investigado a fundo os fatos alegados nas duas ações trabalhistas contra o sindicato (processos tombadas sob nºs 0000825-38.2011.5.04.0028  –  que tramitou na 28ª Vara do Trabalho de Porto Alegre –  e  nº 0001226-40.2011.5.04.0027, que tramitou na 27ª Vara do Trabalho desta Capital). Estranho, não?



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NÃO CUMPRIRAM? POR QUÊ? Embora tenha sido constituída há um ano, a decisão havida na assembleia de 31/03/2011 – referente à prestação de contas então reprovada –  não foi cumprida. Nada foi feito desde então, a não ser a tentativa de aprovar ontem o que já foi legitima e regularmente reprovado no ano passado. Por quê?


 

I – MAIOR INTEGRAÇÃO: CAPITAL E INTERIOR CADA VEZ MAIS PRÓXIMOS


A Assembleia de ontem (28/03) em Santa Maria foi melhor que a primeira, realizada em 29/11/2011. 
Um número expressivo de colegas da Capital (73) se deslocou até Santa Maria. Outros 65 (aproximadamente) de Santa Maria, Bagé, Pelotas, Caxias do Sul, etc., também compareceram.
As votações ocorreram à unanimidade e mostraram que o nível de informação e consciência dos associados – tanto da Capital quanto do interior –  avança a passos largos.
A diretoria do SINTERGS tentou omitir o que havia sido determinado pelos associados na assembleia de prestação de contas de 2011 (31/03/2011) quanto ao destino das contas apresentadas em 2011.
Porém, levei cópia da Ata daquela assembleia e fiz a leitura da seguinte deliberação: “Será encaminhado para o Poder Judiciário para análise e prestação de contas, quem dará a decisão sobre o resultado dessa Assembleia. Todos os gastos estão justificados e que após o retorno da documentação do Judiciário estes estarão à disposição dos associados no Sindicato.”.
A boa notícia, nesse caso, é que a auditora contratada pela diretoria do SINTERGS disse na assembleia que toda a documentação contábil referente àquela prestação de contas está à disposição dos associados no sindicato.
Portanto, já podemos requerer cópias dos extratos bancários e dos cheques emitidos pela Diretoria do SINTERGS em todo o período compreendido entre 01/01/2010 e 31/12/2010. É o que farei na próxima segunda-feira (02/04).


II – NADA FOI APROVADO


Embora os resultados das assembléias de ontem tenham sido péssimos para a diretoria do sindicato, as decisões dos associados foram excelentes para a categoria e para a instituição SINTERGS.
A primeira assembleia foi anulada, tanto pelo vício de competência (prestações de contas não podem ser objeto de apreciação em assembleia extraordinária e o Conselho Fiscal não tem competência para convocar assembleia de prestação de contas da diretoria) quanto pelo descumprimento do que foi deliberado na assembleia de 31/03/2011.
Na segunda assembleia, ficou evidente que os associados não aceitam mais a absurda fragilidade (muito bem apontada pelo colega Cerveira, de Bagé) da mera projeção de slides, sem prévio fornecimento de todos os dados contábeis ao Conselho Deliberativo (extratos bancários, cheques emitidos, transferências de valores, etc.).
Como consequência disso, a prestação de contas não foi aceita, foi rejeitada, em decisão unânime dos associados, e foi concedido à diretoria do SINTERGS um prazo de 90 (noventa) dias para refazê-la.




III – AÇÕES TRABALHISTAS CONTRA O SINTERGS


O ponto alto da assembleia foi a manifestação (na minha opinião, a melhor) do colega Robson Dutra, do IPHAE.
Robson levou cópias dos autos de duas ações trabalhistas contra o SINTERGS (processos tombadas sob nºs 0000825-38.2011.5.04.0028  –  que tramitou na 28ª Vara do Trabalho de Porto Alegre –  e  nº 0001226-40.2011.5.04.0027, que tramitou na 27ª Vara do Trabalho desta Capital) e falou, com absoluta propriedade, sobre a postura da diretoria diante dessas demandas judiciais.
De fato, a diretoria do SINTERGS agiu muito mal ao fazer acordos com os reclamantes nesses processos – por decisão própria e sem dar ciência dessas ações ao Conselho Deliberativo.
Os processos deveriam estar tramitando para que se pudesse investigar os fatos ali apontados, pois os advogados dos reclamantes requereram, inclusive, a intimação do Ministério Público do Trabalho a fim de que fosse estabelecida a devida investigação.
Para que se tenha ideia da gravidade dos fatos apontados nesses processos, há comprovantes de depósitos e transferências bancárias realizadas na conta pessoal de um ex-integrante da atual diretoria. Noutro processo, há a afirmação (de fácil comprovação, talvez) de que o reclamante pagava prestações de uma motocicleta para esse mesmo ex-integrante da diretoria.
Ora, dados bancários não podem ser apagados. Se a diretoria quisesse, essa afirmação poderia ser facilmente comprovada, em caso de débito em conta, por exemplo. Bastaria ver de que conta bancária  saíram os recursos para quitação de determinadas prestações da motocicleta em questão.
O Presidente do SINTERGS tentou justificar, ontem, os tais acordos dizendo que a pretensão de um dos reclamantes era de 120 mil reais e que o SINTERGS, por conta desse acordo pagou “apenas” 30 mil, como se isso fosse um grande negócio.
Bem, pode ter sido mesmo um grande negócio para esse ex-diretor, é claro, caso as afirmações dos reclamantes tenham sido verdadeiras. 
Entretanto, para os cofres do SINTERGS e, por conseguinte, para os bolsos dos seus associados, foi um péssimo negócio, sob todos os aspectos, não importando se verdadeiras ou falsas as alegações. 
Na hipótese de terem sido verdadeiras, o sindicato deveria agir no sentido de responsabilizar esse ex-diretor e obter ressarcimento equivalente ao prejuízo sofrido pelo SINTERGS. Caso fosse apurada a inconsistência das alegações, o sindicato não deveria fazer pagamento algum, muito menos no montante elevado de 30 mil reais.
De qualquer modo era incabível a realização de acordo. A investigação dos fatos alegados não poderia ter sido obstaculizada de forma alguma.
A propósito, o Conselho Deliberativo, diante de suas atribuições estatutárias, deve exigir da diretoria do SINTERGS a abertura de uma profunda investigação sobre os fatos narrados naquelas demandas judiciais, com posterior divulgação dos resultados a todos os associados.


IV – O AMADURECIMENTO DOS TÉCNICOS-CIENTIFICOS

Tenho cada vez mais orgulho de fazer parte do Quadro dos técnicos-científicos.
A realização de assembléias no interior está permitindo a troca de informações e de ideias entre os colegas de todas as regiões do Estado, o que é extremamente positivo para todos nós. As manifestações ao microfone deixaram evidente o avanço da convergência de ideias entre colegas das mais diversas regiões.
Pude perceber que a maioria dos colegas do interior ainda não tinha conhecimento das ações trabalhistas sobre as quais o colega Robson falou. Entretanto, tenho certeza de que todos buscarão as devidas informações.
Além disso, nós, da Capital, tivemos a oportunidade e o prazer de conhecer pessoalmente colegas do interior com os quais temos contato por e-mail, e que estiveram presentes na assembleia realizada ontem.
Aos meus companheiros de viagem, quero dar parabéns e lhes fazer um devido e merecido agradecimento.
O que vocês, colegas abnegados –  que viajam com recursos próprios e arcam com todas as despesas decorrentes desse deslocamento – estão fazendo em benefício da nossa categoria e do nosso valoroso sindicato é inestimável.
Vocês estão ajudando a escrever uma das páginas mais bonitas da história dos técnicos-científicos e do SINTERGS.
Todas as conquistas recentes da nossa categoria, inclusive a recente desfiliação da nociva FESSERGS (que nos poupará do imposto sindical) se devem ao movimento do qual vocês fazem parte, e que cresce a cada dia.
Éramos 35 colegas na primeira viagem. Na segunda, 73, e na próxima, faltará lugar nos ônibus, pois quem foi uma vez, quer ir novamente, e outros colegas certamente seguirão conosco.
Faço questão de destacar os belos exemplos representados pelas presenças entre nós do Doutor Roberto de Azevedo e Souza, colega aposentado e octogenário, um verdadeiro patrimônio da nossa categoria e do nosso grupo; do nosso colega Valnei, que mesmo em licença-saúde fez questão de ir a Santa Maria; das aposentadas Iná e Selma; da colega Rosane Silveira, que veio de Tramandaí para viajar conosco; das colegas que mesmo com filhos pequenos fizeram o sacrifício de enfrentar a estrada para defender nossa categoria e o nosso sindicato; do verdadeiro show de empenho e participação dos colegas da Secretaria de Obras Públicas; enfim, de todos que abriram mão de seus afazeres e responsabilidades para lutar pelo nosso Quadro.
Na verdade, quando o pesadelo sindical que vivemos hoje terminar (não falta muito), o mérito dessa conquista, desse novo tempo que virá, será de todos vocês, colegas e amigos aos quais dedico meus sinceros e profundos agradecimentos.


“Se ages contra a justiça e permito que assim o faças, então a injustiça é minha.”
(Mahatma Gandhi)

NOVO PRESIDENTE, MESMAS INFRAÇÕES: DIRETORIA DO SINTERGS FOGE PARA O INTERIOR DO ESTADO PARA TENTAR APROVAR CONTAS JÁ REJEITADAS EM 2011

MAIS UMA VITÓRIA DOS TÉCNICOS-CIENTÍFICOS: a pressão da categoria contra a vinculação do SINTERGS ao entulho sindical FESSERGS deu resultado. Hoje (26/03/2012) ficamos livres desse baluarte do sindicalismo caça-níqueis, que só trouxe prejuízos ao nosso Quadro, tanto pelo imposto sindical quanto pela influência que resultou em gravíssimas infrações estatutárias praticadas por seus discípulos no Menino Deus.

A MÁSCARA CAIU: Atual Presidente do SINTERGS segue os passos de seu antecessor e dá continuidade à infindável sequência de infrações estatutárias praticadas pela atual diretoria do sindicato. O que era ruim parece estar ficando cada vez pior.
 ATO DITATORIAL: Conselho Fiscal e diretoria do SINTERGS juntaram-se para perpetrar a maior “virada de mesa” da história do SINTERGS. Querem rasgar de vez o Estatuto e desrespeitar a decisão legítima dos associados consolidada em 31/03/2011, quando 85% dos presentes na Assembleia de Prestação de Contas rejeitaram o faz de conta apresentado em slides pela diretoria do sindicato. Em 28/03/2012, a diretoria e o Conselho Fiscal pretendem dar um verdadeiro golpe contra o Estatuto e contra a decisão soberana dos associados produzida em 2011. Estamos sob uma ditadura sindical?

FUGINDO DOS ASSOCIADOS: Atual Presidente e demais diretores do SINTERGS continuam desejando distância dos associados. Somos, aproximadamente, 3.160 sócios em Porto Alegre, mas a Assembleia de Prestação de Contas do dia 28/03 será realizada em Santa Maria, onde há apenas 140 sócios. Para quem deve e teme, quanto mais distante os sócios estiverem, melhor será.

CORTINA DE FUMAÇA: Atual Presidente do SINTERGS e sua diretoria pensam que os técnicos-científicos são um bando de parvos. Marcaram essa assembleia para desfiliação da FESSERGS no dia 26/03 para desviar a atenção da categoria em relação ao golpe que pretendem dar em Santa Maria, no dia 28/03. O tiro saiu pela culatra, pois, nós, técnicos-científicos, não somos idiotas. Nesse mesmo dia, vejam em seus contracheques o dinheiro que, graciosamente, a FESSERGS levará de nossos bolsos, assim como foi feito em 2010 e 2011.


I – MAIS DO MESMO


Durou pouco minha esperança de que o atual presidente do SINTERGS pudesse agir de forma diferente de seu antecessor. Pura ilusão.
Com apenas um mês na presidência esse cidadão, num único ato, conseguiu ser ainda pior que seu antecessor. 
O que o atual Presidente e seus oito diretores pretendem fazer no dia 28/03, em Santa Maria, é uma vergonhosa “virada de mesa”, uma agressão ao estatuto do SINTERGS e um flagrante deboche contra todos os associados que estiveram presentes na Assembleia de Prestação de contas de 31/03/2011, quando, de forma absolutamente legítima, rejeitaram a prestação de contas então realizada, que nada mais era do que um tremendo faz de conta em forma de projeção de slides.
Naquela Assembleia, mais de 85% dos associados presentes votaram pela rejeição da prestação de contas.
De lá para cá, não houve qualquer providência da diretoria no sentido de mostrar a documentação contábil ao Conselho Deliberativo, para análise.
A tesouraria continua, até hoje, sendo uma caixa-preta.
Os integrantes do Conselho Deliberativo não tiveram acesso a notas fiscais, cópias de cheques e – muito menos – a extratos bancários. Nada, absolutamente nada.
Ninguém consegue fiscalizar a contabilidade do SINTERGS, nem mesmo os Conselheiros, que têm por dever estatutário, entre outras atribuições, o de exercer o papel de fiscalizadores conforme o disposto no artigo 45 do estatuto, especialmente no que tange às alíneas “d” e “e”. Vejamos:

ART.45 – Ao Conselho Deliberativo compete:
a)    reunir-se com a Diretoria do Sintergs, bimestralmente, ou extraordinariamente, sempre que a Diretoria convocar ou quando requerido pela metade mais um de seus membros, obedecendo o mesmo quorum mínimo para poder deliberar;
b)   cumprir e fazer cumprir o presente Estatuto, bem como as deliberações da categoria em todas as suas atividades;
c)    discutir e deliberar sobre as questões da entidade e da categoria;
d)   aprovar as despesas extraordinárias, não previstas no orçamento aprovado;
e)    apreciar os relatórios de atividade, prestação de contas, balancetes e balanço geral encaminhados pela Diretoria;
f)     propor alterações neste Estatuto;
g)    apreciar os nomes indicados pela Diretoria, como sócios honorários;
h)    deliberar sobre a convocação de Assembléia Geral Extraordinária mediante a aprovação de, no mínimo, metade mais um dos presentes;
i)      deliberar sobre transmissão, domínio, posse, direitos e pretensão de bens imóveis da entidade;
j)     eleger a Comissão Diretiva Provisória na hipótese de renúncia coletiva da Diretoria;
k)   criar e extinguir Núcleos Regionais e Núcleos Setoriais de Porto Alegre, a partir de proposta encaminhada pela Diretoria.
l)  processar e julgar os recursos referente ao disposto no art. 10, §3.º, deste estatuto.



II – ATITUDE DITATORIAL EM DESRESPEITO AO ESTATUTO


Quem assistiu ao filme Ensaio Sobre a Cegueira, baseado na obra homônima do escritor José Saramago, teve a oportunidade de perceber que a maioria dos seres humanos, quando frente a uma situação de ameaça à sua existência, é capaz de qualquer torpeza, vilania ou atitude degradante, desde que lhe esteja assegurada a sobrevivência.
Numa atmosfera ao melhor estilo “vale-tudo” os nossos colegas do Conselho Fiscal do SINTERGS estão prestes a patrocinar, no próximo dia 28/03 – de mãos dadas com a diretoria do sindicato – um espetáculo deprimente.
Prepararam uma Assembleia para rasgar, anular uma decisão legítima dos associados, perfeita do ponto de vista estatutário, para se manterem impunes e preservar, como verdadeira caixa-preta, a tesouraria do SINTERGS.
Observem que o Conselho Fiscal só tem competência para convocar assembleias extraordinárias, conforme o artigo 56 do estatuto:

"ART.56 – As Assembléias Gerais Extraordinárias serão realizadas sempre que houver necessidade de tratar dos assuntos da categoria, e poderão ser convocadas por:
a)    Assembléia Geral;
b)   Diretoria do Sindicato;
c)    Conselho Deliberativo;
d)   Conselho Fiscal;"

Por outro lado, O artigo 55, do Estatuto determina que a prestação de contas deve ser realizada em assembleia ordinária, cuja convocação é incumbência exclusiva da diretoria:

"ART.55 – As Assembléias Gerais Ordinárias, realizar-se-ão em março e novembro de cada ano e serão convocadas pela Diretoria do Sintergs através de edital, publicado em jornal de circulação estadual e afixado na sede, com antecedência de 5 (cinco) dias úteis, para deliberar sobre os seguintes assuntos:
a)  prestação de contas e balanço financeiro do exercício anterior e pauta de reivindicações da categoria na Assembléia de março;
b) previsão orçamentária para o exercício seguinte e aprovação do relatório de atividades sociais e plano de trabalho do Sindicato na Assembléia de novembro."

Como se pode perceber, os nossos colegas do Conselho Fiscal e da diretoria do SINTERGS incorporaram os personagens de José Saramago e pouco se importam com o que determina o Estatuto do sindicato ou o que pensam os associados.
Para eles, o que importa é o poder e o domínio sobre uma entidade sindical que arrecada quase dois milhões e meio de reais por ano.


III – AOS COLEGAS DA CAPITAL


Aproveito a postagem para conclamar todos os colegas técnicos-científicos da Capital para se unirem ao grupo que vai viajar para Santa Maria na próxima quarta-feira, 28/03.
Com nossos próprios recursos, já contratamos um ônibus e ainda temos alguns lugares disponíveis.
Portanto, não haverá custo de transporte para aqueles que quiserem ir conosco, completando a lotação do ônibus. Quem estiver realmente interessado, envie um e-mail para tecnicos-cientificos@hotmail.com
A participação dos técnicos-científicos nessa Assembleia é fundamental para que se dê um basta, para que seja colocado um ponto final nessa sequência abjeta e contumaz de infrações estatutárias levada a cabo pela atual diretoria do SINTERGS.


IV – AOS COLEGAS DO INTERIOR DO ESTADO, ESPECIALMENTE OS DE SANTA MARIA

Solicito aos técnicos-científicos do interior que ajudem os colegas da Capital a evitar que a decisão legítima de rejeição da prestação de contas ocorrida em 31/03/2011 seja ilegalmente destruída na próxima quarta-feira (28/03) pela diretoria do SINTERGS.
Essa agressão ao Estatuto e aos associados não pode prosperar.
Observem a postura de seus representantes regionais. Há uma meia dúzia de regionais que come nas mãos da diretoria do SINTERGS, e que está disposta a concretizar mais uma grave violação ao Estatuto do nosso sindicato, mais um desrespeito aos associados.
É o apoio dessa meia dúzia de regionais que tem estimulado a diretoria do SINTERGS a praticar incessantes infrações estatutárias, cada vez piores.
Vamos, na próxima quarta-feira (28/03), unir o interior e a Capital nessa luta pelo cumprimento do nosso Estatuto, pelo restabelecimento da legalidade no âmbito do SINTERGS e pelo respeito à decisão legítima dos associados que rejeitaram – com a plena observância das regras estatutárias – a prestação de contas da diretoria em 31/03/2011.
Peço, especialmente ao regional e aos colegas de Santa Maria, que não auxiliem a diretoria do SINTERGS a praticar essa abominável “virada de mesa” antidemocrática e ilegal. Não sejam partícipes nesse episódio triste da história do SINTERGS.
Tenho certeza de que os colegas de Santa Maria – pela seriedade e retidão que lhes são peculiares – votarão contra os interesses particulares, pessoais, dos diretores do SINTERGS, e a favor do cumprimento do Estatuto e do respeito à legítima deliberação dos associados havida na Assembleia de 31/03/2011.
Irmanados, os técnicos-científicos do interior e da Capital terão a oportunidade de ensinar à atual diretoria do SINTERGS, no próximo dia 28/03, que leis, regulamentos, estatutos, foram feitos para serem cumpridos, e que o nosso valoroso SINTERGS não é território sem lei, mas, sim, uma entidade sindical séria, cujo quadro social é formado por pessoas idôneas, que prezam a honestidade e a legalidade.
Estejamos, pois, unidos e coesos em defesa das regras estabelecidas no Estatuto do nosso valoroso SINTERGS, e lutando sempre pelo respeito às decisões de seu quadro social.
Em Santa Maria, vamos dizer não à virada de mesa desejada pela diretoria do SINTERGS! Ilegalidade, jamais!

“Se ages contra a justiça e eu permito que assim o faças, então a injustiça é minha.”
(Mahatma Gandhi)

GRAÇAS À DIRETORIA DO SINTERGS, VEM AÍ O IMPOSTO SINDICAL DA FESSERGS

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 VALE A PENA ASSISTIR:  Esse vídeo foi produzido em 2007. De lá para cá as cifras bilionárias do imposto sindical cresceram ainda mais, assim como a ganância dos gângsteres travestidos de sindicalistas que deitam e rolam no dinheiro dos trabalhadores. Não é à toa que o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Dr. João Oreste Dalazen, disse, em entrevista à revista VEJA (21/12/2011) que “a maioria das entidades sindicais não representa ninguém e existe apenas para embolsar o imposto pago pelos contribuintes”, que “sindicato no Brasil virou negócio”, e que o imposto sindical “é uma excrescência”. Na verdade, há muitos sindicatos que são refúgio para gente que não quer trabalhar e que ainda por cima se locupleta com desvios de recursos dos sindicatos mediante superfaturamento, notas frias, contratação de escritórios de advocacia a peso de ouro, etc.

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SINETA (Abril de 2010): O CPERS, assim como a UGEIRM, está lutando na Justiça contra esse desconto do maldito imposto sindical promovido pela FESSERGS. O SERVIPOL (SINPOL) se desfiliou da FESSERGS em novembro de 2010 para livrar os policiais civis dessa cobrança de imposto sindical. Essa é a postura de entidades sindicais sérias, que não estão alinhadas com o sindicalismo caça-níqueis.

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FSPE-RS: Em março de 2010 o Fórum dos Servidores Públicos Estaduais chegou a convocar uma manifestação para repudiar a atitude da FESSERGS de cobrar imposto sindical dos servidores públicos. 

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 SEU SINDICATO CONTINUA FILIADO À FESSERGS? Parabéns! Você continuará pagando imposto sindical.

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TÉCNICOS-CIENTÍFICOS: Em junho de 2010 fizemos um abaixo-assinado dirigido ao presidente do SINTERGS, com a seguinte solicitação: “Os Técnicos-Científicos abaixo-assinados vêm requerer a Vossa Senhoria posicionamento e manifestação pública do SINTERGS contra a contribuição sindical obrigatória (Imposto Sindical). Além disso, servem-se desta oportunidade para, também, requerer que seja analisada a possibilidade de propositura de ação judicial visando à restituição dos valores já descontados de todos os associados do SINTERGS a título de imposto sindical. Na certeza de que serão atendidos, encaminham este documento com as assinaturas anexadas.”. Vejam, abaixo, qual foi a atitude do ex-presidente do SINTERGS.
 
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AO DESCANSO DO PATRÃO: Como fiel defensor dos interesses da FESSERGS, o ex-presidente do SINTERGS fez exatamente o contrário do que foi solicitado pelos técnicos-científicos. Ao invés de lutar contra o imposto sindical, mandou ajuizar (sem consultar a categoria ou mesmo o Conselho Deliberativo) uma ação para cobrar o triplo (60%) do que já tem sido descontado em nossos contracheques a título de imposto sindical. O processo tramita na 7ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, tombado sob nº 001/1.09.0350544-8. Como se não bastasse essa traição à categoria, a cobrança é retroativa, e na petição inicial o SINTERGS requer retroatividade dos descontos a 2008!!! Querem formar uma montanha de dinheiro às nossas custas. Os absurdos dois milhões e quatrocentos mil reais arrecadados por ano pelo SINTERGS, ao que parece, ainda é pouco para a diretoria.

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SINPOL (SERVIPOL) JÁ PASSOU POR ISSO: Lendo esse texto podemos ver que certas mazelas que conhecemos muito bem fizeram parte da realidade do SINPOL. Porém, os policiais civis fizeram uma faxina naquela entidade sindical e mandaram embora os picaretas que vampirizavam e usavam o sindicato para interesses particulares. Hoje o SINPOL é uma entidade sindical sadia, luta contra o imposto sindical, reduziu significativamente o valor de suas mensalidades, e se desfiliou da FESSERGS em novembro de 2010. Chegou a hora de fazermos uma faxina no SINTERGS. Dois já foram. Faltam os outros nove. Renúncia Já!

  
I – FILIAL A SERVIÇO DA MATRIZ


Março chegou e, com ele, o desconto do imposto sindical.
No final do mês veremos estampados em nossos contracheques os descontos para a FESSERGS e para a CSPB.
E tem mais: não adianta fazer abaixo-assinado, pedir realização de assembleia, ou solicitar qualquer outra medida que vise poupar nossos minguados contracheques do desconto do imposto sindical. Ao que parece, a diretoria do SINTERGS continuará garantindo essa bolada financeira para a FESSERGS.
Esse desconto continua ocorrendo, ano após ano, porque os nove remanescentes da atual diretoria do SINTERGS (dois já se mandaram pela porta dos fundos antes do tsunami que se aproxima), são extremamente fieis à matriz FESSERGS.
Fazem de tudo para garantir que todos os associados do SINTERGS doem, graciosamente, sem qualquer tipo de contraprestação, o equivalente a 20% do valor bruto de um dia de trabalho.
É o nosso dinheiro indo de graça para aquela federação, garantido pela diretoria do SINTERGS, contra a vontade dos associados.
Se alguém ainda duvidava do que venho dizendo há muito tempo –  de que somos apenas um meio, meros financiadores de um projeto para transformar definitivamente o SINTERGS num cassino sindical como tantas outras entidades sindicais de fachada que existem por aí –  observem bem essa questão do imposto sindical.
Algum leitor do blog quer pagar imposto sindical? Aqui pergunto e aqui mesmo o leitor tem a oportunidade de responder.
Por outro lado, alguma vez a diretoria do SINTERGS perguntou aos associados se há o desejo da categoria de pagar imposto sindical?
Essa é fácil de responder.
A diretoria do SINTERGS nunca realizou uma assembleia da nossa categoria para deliberar sobre o pagamento de imposto sindical.
Pelo contrário. Quando apresentamos um abaixo-assinado pedindo que o nosso (?) sindicato se posicionasse contra a cobrança do imposto sindical, o presidente do SINTERGS mandou ajuizar uma ação para cobrar mais imposto sindical. Mais 60% de imposto sindical, com retroatividade a 2008!
Pedimos para não pagar e ele fez exatamente o contrário.
Isso mostra de forma bastante clara que a vontade dos associados não importa a quem dirige o SINTERGS.
Os diretores fazem apenas o que lhes convêm como administradores da filial, e o que interessa à matriz, FESSERGS.
Alguém sabe dizer quando foi realizada, pela atual diretoria do SINTERGS, assembleia  em cujo edital estava prevista a discussão de assuntos gerais?
Eu sei, e a resposta é nunca.
Nós, associados, somos reféns dos interesses da diretoria e perdemos o direito de decidir sobre a administração e os rumos do SINTERGS. Nem o Conselho Deliberativo é convocado regularmente, como manda o Estatuto.


II – A HORA DA VERDADE

Tive a oportunidade de conversar com o presidente do SINTERGS, colega Lucídio, no dia 24/02.
Disse a ele que esperava atitudes bem diferentes daquelas de seu antecessor, e pedi que convocasse imediatamente uma assembleia da categoria para realizar a desfiliação da FESSERGS, para tratar da redução do valor (absurdo) das mensalidades cobradas pelo nosso (?) sindicato, e para criar uma comissão salarial (formada apenas por técnicos-científicos) para negociar com o Governo.
Posso ter perdido meu tempo, mas espero, sinceramente, que ele dirija o sindicato de acordo com a vontade dos associados, e que não dê continuidade a esse sistema ditatorial que impera no SINTERGS desde 15/10/2010.
Porém, se não houver ainda em março uma assembleia para desfiliação da FESSERGS ou se resolverem continuar fazendo assembleias no interior, teremos a certeza de que absolutamente nada mudou.
A título de informação, o SINTERGS possui, aproximadamente, 3.160 associados na Capital e apenas 142 em Santa Maria.
Portanto, ainda que houvesse permissão estatutária (não há) para realizar assembleias no interior, seria necessário colocar 71 ônibus (com 45 lugares) à disposição dos associados da Capital para garantir o direito de todos à participação em assembleia.
Enfim, caso a diretoria convoque aquela meia dúzia de representantes regionais que os apoiam e ajudam nas irregularidades estatutárias praticadas (são todos partícipes), não haverá outra alternativa senão agir judicialmente para estancar esses abusos contra o estatuto e responsabilizar a todos, inclusive os regionais que se prestam a esse desserviço contra o quadro social e a instituição SINTERGS.
Quem descumpre, ou de qualquer forma colabora para o descumprimento do estatuto, deve ser responsabilizado judicialmente.
Vamos aguardar para os próximos dias a publicação de um edital de convocação de assembleia da nossa categoria para tratar da desfiliação da FESSERGS e redução das mensalidades, temas que dizem respeito aos nossos pobres bolsos. É possível que alguém ainda tenha um resquício de juízo lá no Menino Deus.

III – ERA SÓ O QUE FALTAVA

Na semana passada recebi e-mail de um colega com o que parece ser uma informação e tanto.
Consta no e-mail que, numa determinada entidade sindical, certa diretora inaugurou uma nova fase administrativa: a fase do nepotismo.
Segundo o colega, essa diretora teria conseguido empregar como motorista na entidade em que trabalha (ou faz de conta) o irmão de seu marido, ou seja, seu cunhado.
Se isso for verdade, só resta dizer uma coisa: definitivamente, virou bagunça.

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