TRANSPARÊNCIA ZERO: CONSELHO DELIBERATIVO DO SINTERGS NÃO TEM ACESSO A INFORMAÇÕES CONTÁBEIS DO SINDICATO

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 FALTA GRAVE: Ata da Assembleia de 28/03/2012 (prestação de contas do exercício 2011) contém uma flagrante inverdade. Conselho Deliberativo deve exigir a imediata retificação da Ata, pois naquele documento a diretoria do sindicato afirma que o Conselho Deliberativo aprovou as contas. Essa inverdade não pode permanecer documentada, pois a diretoria nunca permitiu aos integrantes do Conselho Deliberativo acesso à documentação contábil do sindicato (extratos bancários, cheques emitidos, etc.). Vejam, abaixo, o vídeo que confirma a irregularidade do que a diretoria afirmou em Ata.

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MAIS UMA: no rol de irregularidades estatutárias praticadas pela diretoria do SINTERGS passou a constar, também, desde 28/03/2012, a consignação em Ata de inverdades convenientes e desejadas pela direção. Observem o que disse a auditora.


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REPRISE NA SESSÃO DA TARDE: a diretoria do SINTERGS convocou a continuação da Assembleia de Prestação de Slides para a próxima terça-feira (26/06), às 13h30min no auditório da DRT (Av. Mauá, nº1.013).  Resolveram fazê-la em Porto Alegre porque estão confiantes na aprovação do faz de conta que irão apresentar, apesar de todas as irregularidades já apontadas na assembleia anterior. É hora de todos os técnicos-científicos filiados ao SINTERGS comparecerem.  Ninguém deve faltar, em hipótese alguma. É preciso testemunhar mais uma etapa do plano da diretoria que pretende usurpar de vez o nosso sindicato, e levar  nosso Quadro à extinção. Quem estiver lá, entenderá o que estou dizendo.  Convoquem todos os colegas  técnicos-científicos filiados ao SINTERGS - seja pessoalmente, por telefone, e-mail, etc. - a participar. O tempo é curto, e precisaremos de todos os TCs nessa Assembleia. Mãos à obra! Abraço a todos (as)

 


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BEM-VINDA: a Secretária Stela Farias, em atenção aos técnicos-científicos, fez a gentileza de visitar hoje (15/06) o SINTERGS, e reiterou seu empenho em busca de melhorias salariais e de valorização para o nosso Quadro. Aproveito esta postagem para detalhar a fala da Secretária (abaixo) e agradecê-la pela consideração, bem como ao Coordenador do CODIPE, Ramiro Passos, à Maristela Heck, Diretora do Departamento de Administração e dos Recursos Humanos da SARH, e à Chefe Adjunta da Casa Civil, Mari Perusso, que também estiveram presentes.

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SERÁ QUE ENTREGARAM O FRANKENSTEIN?  Na página do SINTERGS consta que a diretoria do sindicato apresentou “um esboço” de plano de carreira. Que vergonha... Será que o tal “esboço” é o Frankenstein que já havia sido divulgado?



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PLEBISCITO SOBRE O FIM DO IMPOSTO SINDICAL: A CUT encerra hoje um plebiscito sobre o fim do imposto sindical. Depois disso, iniciará a elaboração de um abaixo-assinado cujo objetivo será a apresentação de um projeto legislativo para extinguir o maldito imposto sindical. É luz no fim do túnel, e ainda podemos votar pela internet. Vamos dizer não à vigarice do imposto sindical:    Vote aqui contra o imposto sindical

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PRESIDENTE DO TST: o Ministro João Oreste Dalazen, em brilhante e corajosa manifestação no Seminário sobre liberdade sindical promovido pelo TST em abril deste ano, condenou o atual modelo sindical brasileiro, considerando-o "anacrônico, contraditório e ambíguo".
Dizer isso é até gentileza. Em razão do maldito imposto sindical, grande parte das entidades sindicais foram invadidas, tomadas, por picaretas que transformaram a representação dos trabalhadores em negócio, em fonte de dinheiro fácil. Hoje temos sindicatos, federações e até centrais sindicais caça-níqueis, ávidas pelo indecente imposto sindical. Somente os picaretas travestidos de sindicalistas defendem o imposto sindical.


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PARA INGLÊS VER: publicações e discurso de primeiro mundo, prática de fim de mundo. No leque de infrações estatutárias perpetradas pela diretoria do SINTERGS há, também, a sonegação de informações e documentos – contábeis, inclusive –  requeridos por integrantes do Conselho Deliberativo. Vejam, abaixo, o enésimo requerimento apresentado por Conselheiros ao presidente do SINTERGS. Presidente disse que “não teve tempo” de analisar o pedido. Nunca teve, até hoje.
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DIRETORIA DO SINTERGS DESCUMPRIU DECISÃO DOS ASSOCIADOS: no ano passado (Assembleia de Prestação de Contas, 31/03/2011) os associados rejeitaram a prestação de contas da atual diretoria e determinaram que “Será encaminhado para o Poder Judiciário para análise e prestação de contas, quem dará a decisão sobre o resultado dessa Assembleia. Todos os gastos estão justificados e que após o retorno da documentação do Judiciário estes estarão à disposição dos associados no Sindicato.”. Entretanto, a diretoria não cumpriu essa determinação dos associados.
Em 28/03/2012, na Assembleia de Prestação de Contas, a diretoria do SINTERGS tentou aprovar (na marra, diante de uma absurda e ilegal convocação de Assembleia de Prestação de Contas pelo Conselho Fiscal) as contas que foram rejeitadas um ano antes e que deveriam ter sido objeto de apreciação judicial.
Os associados não aceitaram essa manobra espúria e mantiveram, então, a decisão de que a prestação de contas fosse realizada pela via judicial.
Passados quase três meses, não há notícia de que tenha havido o ajuizamento da prestação de contas judicial determinada pelos associados por DUAS VEZES!


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CAIXA-PRETA INEXPUGNÁVEL: a contabilidade do SINTERGS é um verdadeiro mistério. Desde 2010 as prestações de contas da diretoria têm sido rejeitadas pelos associados, tanto por gastos exorbitantes, inaceitáveis e não comprovados (telefonia, como no ano passado) quanto pela falta de apresentação aos integrantes do Conselho Deliberativo de extratos bancários e demais documentação contábil. O que a diretoria do sindicato chama de “prestação de contas” não passa de uma exposição de slides num telão, sem qualquer comprovação. Na verdade, o que esses indivíduos da diretoria fazem é uma “prestação de fé”, na qual o associado resolver acreditar ou não nos números apresentados, pois não há meios disponibilizados pela diretoria para comprovação do que é exibido por intermédio de slides ridículos.

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PEIXE MORRE PELA BOCA: informação oportuna, publicada na página do SINTERGS, revela que o gasto anual do sindicato com funcionários é de apenas 390 mil reais. Agora, a pergunta que não quer calar: como a diretoria consegue torrar os outros 2 milhões de reais que compõem a receita do sindicato? São 166 mil reais por mês, sem despesas com funcionários!!! Como isso é possível??? Talvez esse mistério explique o porquê de a diretoria nunca fornecer extratos bancários ou quaisquer outros documentos contábeis aos integrantes do Conselho Deliberativo.


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I – DIRETORIA DO SINTERGS: DISCURSO DEMAGÓGICO, PRÁTICA AUTORITÁRIA


Quem esteve na Assembleia de Prestação de Contas realizada em Santa Maria no dia 28/03, ouviu da “auditora” contratada pelo SINTERGS que toda a documentação contábil referente à prestação de contas de 2011 (período 01/01/2010 a 31/12/2010) estaria disponível na sede do sindicato. 
Porém, como os colegas podem perceber pelas cópias que disponibilizei nesta postagem, o requerimento que apresentei recentemente ao Presidente do SINTERGS, assim como o do colega Robson Dutra e também o dos Representantes Setoriais integrantes do Conselho Deliberativo, não foram atendidos.
Creio que a única maneira de obter acesso aos dados contábeis referentes à prestação de contas de 2011 é a via judicial.
Notem que até hoje não há qualquer notícia sobre o ajuizamento de ação que foi determinado pelos associados há mais de um ano (31/03/2011), e reiterado há quase três meses na Assembleia de 28/03/2012.
Nem mesmo as Atas das Assembleias de 29/11/2011, 26/03/2012 e 28/03/2012 foram publicadas na página do SINTERGS.
Nosso (?) sindicato é administrado de acordo com a vontade da diretoria, nada mais.
O Conselho Deliberativo está amordaçado e de mãos amarradas, pois seus pedidos ao Presidente do SINTERGS são negados ou ignorados. As reuniões bimestrais do Conselho, estabelecidas pelo Estatuto, não são realizadas.
Por falar nisso, o Estatuto é sistematicamente descumprido, e aos associados incumbe apenas financiar uma estrutura perdulária e absolutamente inepta, incapaz de produzir um projeto salarial e que – vexatoriamente – apresenta “esboço” de plano de carreira ao Governo.
A diretoria dispõe de um orçamento de dois milhões e quatrocentos mil reais, paga 150 mil reais por ano a dois escritórios de advocacia, tem dois advogados dentro da sede do sindicato, e apresenta “esboço” de plano de carreira ao Governo. Que horror.
Parece piada, mas é a nossa triste – e vergonhosa –  realidade.



II – A VISITA DA SECRETÁRIA STELA FARIAS AO SINTERGS


Primeiramente, quero louvar o esforço e o desprendimento dos valorosos representantes setoriais da Secretaria da Segurança Pública, Ricardo Oliveira Lima e Luiz Patrício Basso Salgueiro.
Ricardo e Patrício não foram convidados pela diretoria do SINTERGS para participar da reunião com a Secretária Stela Farias.
Creio, aliás, que nenhum setorial foi convidado, pois apenas esses dois representantes participaram da reunião, e por iniciativa própria, para poderem bem informar seus representados.
No que tange à reunião, a Secretária Stela Farias enfatizou que sua principal preocupação é com a situação dos servidores estaduais, haja vista que 80% de todo o trabalho da SARH gira em torno das questões relativas ao funcionalismo.
Disse, também, de sua especial atenção com as carreiras que foram depauperadas, degradadas ao longo do tempo (nosso caso) e outras que foram, inclusive, mal gestadas.
Enfatizou que o atual Governo é contra a política de criação de gratificações, mas que, premido pelas circunstâncias e visando ao funcionamento da máquina estatal, por vezes não tem outra escolha senão criá-las. Mencionou, inclusive, a dificuldade para a contratação de Engenheiros tendo como referência os vencimentos básicos dessa carreira.
Em relação aos técnicos-científicos em geral, a visita da Secretária Stela teve como intuito anunciar a abertura, a criação, da mesa paritária de negociações (a partir da primeira semana de julho) para elaboração de um plano de cargos e salários para a nossa categoria.
Disse – e isso é muito importante – que o atual Governo é franco e responsável o suficiente para dizer que não tem a pretensão de zerar todas as nossas perdas, mas que avançará para minimizá-las, apesar de todas as dificuldades, problemas e limitações enfrentadas pela Administração.
Quanto à possibilidade de um reajuste emergencial imediato para minorar nossa penúria salarial, a Secretária disse que não poderia garanti-lo ou assumir qualquer compromisso, mas que trabalharia para que houvesse resposta à categoria a esse respeito.



III – COM INTELIGÊNCIA E COM OS PÉS NO CHÃO


Quero aconselhar os colegas a não se iludirem com a tabela de salários do Frankenstein que foi disponibilizado na página do SINTERGS.
Aquilo é tão factível quanto o projeto de subsídios que ridicularizou os técnicos-científicos no Governo Yeda, ou a ilusão seguinte criada pelo SINTERGS (a panaceia “unificação das matrizes salariais”) ou, ainda, a mais recente empulhação, difundida por eles ao longo de 2011: “a implantação dos reajustes anuais com base na Convenção 151 da OIT”.
Pura papagaiada para enrolar a torcida.
Precisamos, isto sim,  apresentar um projeto inteligente e financeiramente viável, que permita conciliar o desejo do Governo de melhorar a situação salarial crítica que vivemos hoje, e nossa expectativa (sensata) de reduzir o abismo salarial que separa os técnicos-científicos das demais carreiras de nível superior do Executivo.
Recomendo cautela àqueles que se deixam levar por ilusões criadas por indivíduos que não cumprem regras (Estatuto) e que já demonstraram flagrante incapacidade de representar uma categoria tão importante quanto a nossa.
Dessa fonte, só poderíamos esperar, mesmo, uma monstruosidade. Nada além de um Frankenstein.

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PLANO DE CARREIRA (MAL) ELABORADO PELA DIRETORIA DO SINTERGS É UM FRANKENSTEIN VERGONHOSO

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O MONSTRENGO:  Caso esse estandarte de incompetência seja apresentado ao Governo, correremos o risco de receber como reprimenda uma bela redução salarial. Uma categoria de graduados que produz (ou tem como apresentável) um amontoado de incongruências crivado de ilegalidades como o tal “Plano de Carreira” apresentado pela diretoria do SINTERGS, não merece ganhar melhoria salarial alguma. Parece que o fiasco do “Projeto de Subsídios” que ridicularizou nossa categoria perante o Governo Yeda não foi o suficiente. Querem, agora, envergonhar ainda mais os técnicos-científicos.

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NOSSA SALVAÇÃO: Precisamos lutar para que o Governo crie um grupo de trabalho visando à elaboração do nosso Plano de Carreira, a exemplo do que foi feito para os nossos colegas do Quadro Geral (DOE de 14/05/2012, página 04). A criação desse grupo de trabalho dificultaria a sabotagem ao nosso projeto, e permitiria a apresentação de proposições sérias.


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 A ORDEM É INTENSIFICAR A SABOTAGEM: A diretoria do SINTERGS não perde oportunidade de sabotar os técnicos-científicos. Além de ter enviado Ofício à Secretária Stela Farias visando arruinar a GEAPO dos Engenheiros e Arquitetos da SOP e da SEHABS (Ofício nº027/2012), agora resolveu criar uma Emenda ao PL 102/2012 para estender essa gratificação aos colegas da Saúde. Claro que a intenção é fazer média com os colegas da SES e – ao mesmo tempo – tentar inviabilizar a aprovação desse Projeto de Lei. Os Deputados do PDT que assinaram essa Emenda certamente desconhecem o que anda acontecendo no SINTERGS.

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MAIS OUTDOORS INÚTEIS: Creio que seria bem mais útil e verdadeiro colocar, no interior e na Capital, outdoors como este que vocês estão vendo. Em 2011 a diretoria do SINTERGS – sem autorização do Conselho Deliberativo e, muito menos, dos associados – jogou nosso dinheiro fora com 20 outdoors ridículos, que não surtiram efeito algum, a não ser poluição visual. Agora, repetiram a dose, ao mesmo estilo do que foi feito em 2011. E assim eles vão rasgando o Estatuto do nosso (?) sindicato.

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QUANDO UMA IMAGEM VALE MAIS QUE MIL PALAVRAS: Judas Iscariotes e suas 30 moedas.


 

I – DE ONDE MENOS SE ESPERA, DAÍ É QUE NÃO SAI NADA


É o que dizia – e a diretoria do SINTERGS comprova – o genial Apparício Torelli, mais conhecido como  Barão de Itararé. 
Entretanto, jamais cheguei a pensar que a diretoria do SINTERGS pudesse apresentar algo tão absurdo (e ruim) quanto aquele Frankenstein que está disponível na página do sindicato.
O SINTERGS gasta pelo menos 150 mil reais por ano com dois escritórios de advocacia. Para quê?
Não é crível que algum advogado tenha avaliado aquela proposta surreal.
Quem montou aquele monstrengo (alguém que evidentemente não sabe o que é quadro, cargo, classe, e carreira) usando a operação "copiar e colar" se deu muito mal, mas criou algumas aberrações muito engraçadas.
No artigo 2º do Plano de Terror, digo, de Carreira, acabei por descobrir que eu e vocês não somos do Quadro dos Técnicos-Científicos. Descobri, também, que a Lei 8.186/86 criou apenas uma carreira. Qual será?
Eu poderia esmiuçar aqui, artigo por artigo, outros tantos desvarios (artigos 4º e seus parágrafos, 11, etc.) em vários dispositivos desse projeto, mas isto seria perda de tempo, pois não há estrutura lógica que sustente aquele teratoide.
O que fica evidente nessa situação inacreditável é que a diretoria do SINTERGS quer distrair os técnicos-científicos com aquele entulho enquanto se ocupa com assuntos mais importantes. Basta observar pelos jornais e pela televisão que a diretoria do SINTERGS anda bastante ocupada com outros afazeres, outras lutas mais importantes.


II – SABOTAGEM A PLENO VAPOR

Primeiro foi a negociação da GIC. Depois, o episódio dos CCEX no projeto da GET. Recentemente, a diretoria do SINTERGS conseguiu manter a mamata dos caroneiros no PL 46/2012.
Agora, a sabotagem explícita à GEAPO (PL 102/2012) dos nossos colegas Arquitetos e Engenheiros da SOP e da SEHABS via Emenda Parlamentar (nº 01).
O pesadelo dos técnicos-científicos parece não ter fim. Os colonizadores querem mesmo acabar com os índios. Onde há qualquer proposição que beneficie a nossa categoria, há também a tentativa dos sabotadores de inviabilizá-la.
Precisamos mostrar aos Deputados do PDT o que anda acontecendo no SINTERGS, pois, se eles soubessem, jamais apresentariam aquela Emenda absurda, que tem como objetivo inviabilizar o PL 102/2012.


III – UM NOVO PROJETO

Outra proposta de Plano de Carreira para os técnicos-científicos será apresentada ao Governo.
Tenho feito reuniões para mostrar essa proposição a colegas de todas as Secretarias de Estado, e a aceitação tem sido excelente.
Trata-se de um projeto factível, e que vem ao encontro daquilo que realmente precisamos: melhorias nos vencimentos básicos, ampliação da progressão funcional, criação do adicional de qualificação e o fim do drama das promoções.
É claro que esse projeto não será apresentado ao SINTERGS, pois isto seria o mesmo que entregar o galinheiro aos cuidados das raposas.
O projeto será endereçado ao Governo, e, em seguida, pelo blog, divulgarei cópia digitalizada e farei uma mobilização de apoio ao projeto. 
Por conta própria, assim como fizemos no Gabinete Digital e no twitter, vamos conseguir fortalecer nosso Quadro e levar nossa categoria a um nível de maior valorização, haja vista que temos sido, nos últimos anos, os protagonistas da nossa própria história.


CATEGORIA MAIS CONSCIENTE: PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2011 DA DIRETORIA DO SINTERGS CONTINUA REPROVADA E A DE 2012 FOI REJEITADA




Resposta ao colega Ricardo (SSP): "Prezado colega Ricardo: o Governo tem feito reuniões para tratar da nossa (técnicos-científicos) situação. Como eu já havia dito anteriormente aqui no blog, haverá a elaboração de um plano de carreira. A partir de junho isso ficará mais claro. O problema está na dimensão desse plano, haja vista a sabotagem que enfrentamos e que vem dos inimigos que estão em nossa trincheira. Insisto em alertar os colegas para o fato de que aqueles que deveriam nos representar querem, na verdade, a nossa extinção, para mudar o nome do nosso sindicato e transformá-lo num caça-níqueis sindical ainda maior do que já é. Quem assistiu ontem (10/05) a lamentável e vexatória participação do presidente do SINTERGS no programa Conversas Cruzadas da TV COM teve a oportunidade de perceber claramente o que venho dizendo há muito tempo. Temos que lutar para que a diretoria do SINTERGS não destrua a oportunidade que temos, no Governo Tarso, de sair dessa penúria salarial em que fomos PROPOSITADAMENTE colocados no Governo Yeda pela nossa representação sindical. De propósito, fomos lançados - como moeda de troca - no colo da maldita FESSERGS para recebermos 6% de reajuste. As demais carreiras de nível superior foram contempladas com planos de carreira ou melhorias salariais significativas, mas nós tínhamos que perecer, para que os interesses sindicais dos nossos “representantes” se tornassem viáveis. O projeto desses indivíduos continua, basta observar o que está acontecendo. Não somos prioridade no SINTERGS. Pelo contrário: depois que todas as categorias que compõem o balaio de gatos do SINTERGS estiverem satisfeitas, então o sindicato ficará ainda mais satisfeito ao ver que sobraram apenas migalhas para os técnicos-científicos, pois precisamos empobrecer para ficarmos mais fracos, mais desmotivados e, então, dominados. Porém, lutaremos para preservar nossas carreiras. Os colegas que já estão nessa luta têm sangue nas veias e vergonha na cara. Estão de parabéns. Abraço! "


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SABOTAGEM INTENSIFICADA: assim que a Secretária Stela Farias falou em plano de carreira para os técnicos-científicos, o presidente do SINTERGS e sua diretoria trataram de, imediatamente, lançar uma mobilização por melhorias salariais para outro Quadro, e bem no momento em que buscamos sair da penúria salarial em que estamos. Pergunto a vocês: o que vai sobrar para os técnicos-científicos? O que o presidente está fazendo é sabotagem ou não? Alguém ainda tem dúvida?



RESPOSTA A UM COLEGA ANÔNIMO: obrigado pelo comentário.  Em resposta ao teu pedido, digo que não há informações “desencontradas”, e, sim, comportamentos antagônicos. Explico. Tanto a manifestação do Secretário Beto Albuquerque (a pedido do Governador, que, naquela oportunidade, estava ao lado dele) quanto a ajuda que temos recebido de jornalistas que sempre mencionam a nossa categoria, são conquistas produzidas pelo esforço e pelo trabalho dos próprios técnicos-científicos, sem qualquer apoio da diretoria do SINTERGS. Foi assim no gabinete digital, tem sido assim no twitter e nos contatos que temos conseguido com a imprensa e com autoridades públicas. Trabalhamos sem parar visando conseguir melhorias salariais significativas e urgentes para a nossa categoria. Porém, nossa grande (maior) dificuldade é enfrentar a sabotagem produzida pela própria diretoria do SINTERGS. Num momento importante como esse para a nossa categoria, a diretoria do sindicato vai ao Governo pedir reajustes e majorações salariais para outro Quadro. Isso é burrice? Claro que não. É sabotagem. Portanto, as informações que surgem não são “desencontradas”. O que há – e os fatos  dizem isso claramente – é a vontade da diretoria do SINTERGS de impedir a consolidação de avanços salariais importantes para a nossa categoria. O projeto da atual diretoria, de mudar o nome do nosso sindicato para “Sindicato dos Técnicos de Nível Superior do Poder Executivo” ampliando, assim, o balaio de gatos que já é o SINTERGS para dobrar ou triplicar a arrecadação do sindicato, requer o enfraquecimento e a desmotivação dos técnicos-científicos. Os colonizadores (diretoria do SINTERGS) precisam aniquilar os índios (técnico-científicos) para ficar com o sindicato destes.  Eles (diretoria) conseguiram nos transformar em primos pobres dentro do nosso próprio sindicato, e querem que permaneçamos assim, até a nossa extinção. Observe na entrevista da Secretária Stela Farias o momento em que ela revela que o nome da nossa gratificação foi modificado a pedido da diretoria do SINTERGS. A Secretária disse que a mudança ocorreu porque “na mesa de negociação eles entenderam assim”. A GIC estava identificada com a nossa categoria (Gratificação de incentivo CIENTÍFICO). A GET (Gratificação de Estímulo Técnico) poder servir a qualquer categoria, até mesmo àquelas de nível médio. Pior que isso foi quando (março de 2011) a diretoria do SINTERGS disse ao Governo que não queria mais a GIC, e, sim, um reajuste de 53% (a tal “proposta ousada”). Espero que, desta vez, todos os técnicos-científicos percebam o que está acontecendo,antes que seja tarde demais.
 
   

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SABOTAGEM EXPLÍCITA: “O secretário-geral da FESSERGS, Flávio Berneira, destacou que depois do quadro-geral, os servidores da Saúde são os que têm a pior remuneração do Executivo.”.  A afirmação inverídica produzida por esse cidadão pouco importaria a qualquer um de nós. Porém, essa inverdade é uma escancarada agressão aos técnicos-científicos porque foi publicada na página do nosso (?) sindicato. A diretoria do SINTERGS mandou publicar essa afirmação absurda no momento em que os técnicos-científicos experimentam um estado de absoluta penúria salarial e lutam (sozinhos, por conta própria) para que o Governo elabore imediatamente um plano de carreira que nos dê mínima dignidade salarial. A diretoria do sindicato nem se importa em fazer, explicitamente, esse tipo de sabotagem. Ficam à vontade.


GOVERNO PREPARA PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS PARA OS TÉCNICOS-CIENTÍFICOS: Secretária Stela Farias, em recente entrevista à Rádio Guaíba, disse que o Governo já deu início à elaboração de um novo plano de carreira para a nossa categoria. Pelas declarações da Secretária, parece que as mudanças serão significativas. O perigo está na participação do SINTERGS nesse processo. Notem que ao falar da mudança de nome da GIC para GET Stela Farias revelou que essa mudança foi um pedido da diretoria do SINTERGS: “na mesa de negociação entenderam que era assim”.  Será que a diretoria do SINTERGS não vai pedir ao Governo que reduza a oferta aos técnicos-científicos nesse plano de carreira para dar reajustes para outras categorias que formam o balaio de gatos que é hoje o nosso sindicato? Corremos esse sério risco de sabotagem. Ouçam a entrevista clicando no link: Entrevista Stela Farias


PAGARAM? POR QUÊ? Ao invés de pagar sem dar satisfações ao Conselho Deliberativo, muito menos ao Quadro Social, a diretoria do SINTERGS deveria ter investigado a fundo os fatos alegados nas duas ações trabalhistas contra o sindicato (processos tombadas sob nºs 0000825-38.2011.5.04.0028  –  que tramitou na 28ª Vara do Trabalho de Porto Alegre –  e  nº 0001226-40.2011.5.04.0027, que tramitou na 27ª Vara do Trabalho desta Capital). Estranho, não?



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NÃO CUMPRIRAM? POR QUÊ? Embora tenha sido constituída há um ano, a decisão havida na assembleia de 31/03/2011 – referente à prestação de contas então reprovada –  não foi cumprida. Nada foi feito desde então, a não ser a tentativa de aprovar ontem o que já foi legitima e regularmente reprovado no ano passado. Por quê?


 

I – MAIOR INTEGRAÇÃO: CAPITAL E INTERIOR CADA VEZ MAIS PRÓXIMOS


A Assembleia de ontem (28/03) em Santa Maria foi melhor que a primeira, realizada em 29/11/2011. 
Um número expressivo de colegas da Capital (73) se deslocou até Santa Maria. Outros 65 (aproximadamente) de Santa Maria, Bagé, Pelotas, Caxias do Sul, etc., também compareceram.
As votações ocorreram à unanimidade e mostraram que o nível de informação e consciência dos associados – tanto da Capital quanto do interior –  avança a passos largos.
A diretoria do SINTERGS tentou omitir o que havia sido determinado pelos associados na assembleia de prestação de contas de 2011 (31/03/2011) quanto ao destino das contas apresentadas em 2011.
Porém, levei cópia da Ata daquela assembleia e fiz a leitura da seguinte deliberação: “Será encaminhado para o Poder Judiciário para análise e prestação de contas, quem dará a decisão sobre o resultado dessa Assembleia. Todos os gastos estão justificados e que após o retorno da documentação do Judiciário estes estarão à disposição dos associados no Sindicato.”.
A boa notícia, nesse caso, é que a auditora contratada pela diretoria do SINTERGS disse na assembleia que toda a documentação contábil referente àquela prestação de contas está à disposição dos associados no sindicato.
Portanto, já podemos requerer cópias dos extratos bancários e dos cheques emitidos pela Diretoria do SINTERGS em todo o período compreendido entre 01/01/2010 e 31/12/2010. É o que farei na próxima segunda-feira (02/04).


II – NADA FOI APROVADO


Embora os resultados das assembléias de ontem tenham sido péssimos para a diretoria do sindicato, as decisões dos associados foram excelentes para a categoria e para a instituição SINTERGS.
A primeira assembleia foi anulada, tanto pelo vício de competência (prestações de contas não podem ser objeto de apreciação em assembleia extraordinária e o Conselho Fiscal não tem competência para convocar assembleia de prestação de contas da diretoria) quanto pelo descumprimento do que foi deliberado na assembleia de 31/03/2011.
Na segunda assembleia, ficou evidente que os associados não aceitam mais a absurda fragilidade (muito bem apontada pelo colega Cerveira, de Bagé) da mera projeção de slides, sem prévio fornecimento de todos os dados contábeis ao Conselho Deliberativo (extratos bancários, cheques emitidos, transferências de valores, etc.).
Como consequência disso, a prestação de contas não foi aceita, foi rejeitada, em decisão unânime dos associados, e foi concedido à diretoria do SINTERGS um prazo de 90 (noventa) dias para refazê-la.




III – AÇÕES TRABALHISTAS CONTRA O SINTERGS


O ponto alto da assembleia foi a manifestação (na minha opinião, a melhor) do colega Robson Dutra, do IPHAE.
Robson levou cópias dos autos de duas ações trabalhistas contra o SINTERGS (processos tombadas sob nºs 0000825-38.2011.5.04.0028  –  que tramitou na 28ª Vara do Trabalho de Porto Alegre –  e  nº 0001226-40.2011.5.04.0027, que tramitou na 27ª Vara do Trabalho desta Capital) e falou, com absoluta propriedade, sobre a postura da diretoria diante dessas demandas judiciais.
De fato, a diretoria do SINTERGS agiu muito mal ao fazer acordos com os reclamantes nesses processos – por decisão própria e sem dar ciência dessas ações ao Conselho Deliberativo.
Os processos deveriam estar tramitando para que se pudesse investigar os fatos ali apontados, pois os advogados dos reclamantes requereram, inclusive, a intimação do Ministério Público do Trabalho a fim de que fosse estabelecida a devida investigação.
Para que se tenha ideia da gravidade dos fatos apontados nesses processos, há comprovantes de depósitos e transferências bancárias realizadas na conta pessoal de um ex-integrante da atual diretoria. Noutro processo, há a afirmação (de fácil comprovação, talvez) de que o reclamante pagava prestações de uma motocicleta para esse mesmo ex-integrante da diretoria.
Ora, dados bancários não podem ser apagados. Se a diretoria quisesse, essa afirmação poderia ser facilmente comprovada, em caso de débito em conta, por exemplo. Bastaria ver de que conta bancária  saíram os recursos para quitação de determinadas prestações da motocicleta em questão.
O Presidente do SINTERGS tentou justificar, ontem, os tais acordos dizendo que a pretensão de um dos reclamantes era de 120 mil reais e que o SINTERGS, por conta desse acordo pagou “apenas” 30 mil, como se isso fosse um grande negócio.
Bem, pode ter sido mesmo um grande negócio para esse ex-diretor, é claro, caso as afirmações dos reclamantes tenham sido verdadeiras. 
Entretanto, para os cofres do SINTERGS e, por conseguinte, para os bolsos dos seus associados, foi um péssimo negócio, sob todos os aspectos, não importando se verdadeiras ou falsas as alegações. 
Na hipótese de terem sido verdadeiras, o sindicato deveria agir no sentido de responsabilizar esse ex-diretor e obter ressarcimento equivalente ao prejuízo sofrido pelo SINTERGS. Caso fosse apurada a inconsistência das alegações, o sindicato não deveria fazer pagamento algum, muito menos no montante elevado de 30 mil reais.
De qualquer modo era incabível a realização de acordo. A investigação dos fatos alegados não poderia ter sido obstaculizada de forma alguma.
A propósito, o Conselho Deliberativo, diante de suas atribuições estatutárias, deve exigir da diretoria do SINTERGS a abertura de uma profunda investigação sobre os fatos narrados naquelas demandas judiciais, com posterior divulgação dos resultados a todos os associados.


IV – O AMADURECIMENTO DOS TÉCNICOS-CIENTIFICOS

Tenho cada vez mais orgulho de fazer parte do Quadro dos técnicos-científicos.
A realização de assembléias no interior está permitindo a troca de informações e de ideias entre os colegas de todas as regiões do Estado, o que é extremamente positivo para todos nós. As manifestações ao microfone deixaram evidente o avanço da convergência de ideias entre colegas das mais diversas regiões.
Pude perceber que a maioria dos colegas do interior ainda não tinha conhecimento das ações trabalhistas sobre as quais o colega Robson falou. Entretanto, tenho certeza de que todos buscarão as devidas informações.
Além disso, nós, da Capital, tivemos a oportunidade e o prazer de conhecer pessoalmente colegas do interior com os quais temos contato por e-mail, e que estiveram presentes na assembleia realizada ontem.
Aos meus companheiros de viagem, quero dar parabéns e lhes fazer um devido e merecido agradecimento.
O que vocês, colegas abnegados –  que viajam com recursos próprios e arcam com todas as despesas decorrentes desse deslocamento – estão fazendo em benefício da nossa categoria e do nosso valoroso sindicato é inestimável.
Vocês estão ajudando a escrever uma das páginas mais bonitas da história dos técnicos-científicos e do SINTERGS.
Todas as conquistas recentes da nossa categoria, inclusive a recente desfiliação da nociva FESSERGS (que nos poupará do imposto sindical) se devem ao movimento do qual vocês fazem parte, e que cresce a cada dia.
Éramos 35 colegas na primeira viagem. Na segunda, 73, e na próxima, faltará lugar nos ônibus, pois quem foi uma vez, quer ir novamente, e outros colegas certamente seguirão conosco.
Faço questão de destacar os belos exemplos representados pelas presenças entre nós do Doutor Roberto de Azevedo e Souza, colega aposentado e octogenário, um verdadeiro patrimônio da nossa categoria e do nosso grupo; do nosso colega Valnei, que mesmo em licença-saúde fez questão de ir a Santa Maria; das aposentadas Iná e Selma; da colega Rosane Silveira, que veio de Tramandaí para viajar conosco; das colegas que mesmo com filhos pequenos fizeram o sacrifício de enfrentar a estrada para defender nossa categoria e o nosso sindicato; do verdadeiro show de empenho e participação dos colegas da Secretaria de Obras Públicas; enfim, de todos que abriram mão de seus afazeres e responsabilidades para lutar pelo nosso Quadro.
Na verdade, quando o pesadelo sindical que vivemos hoje terminar (não falta muito), o mérito dessa conquista, desse novo tempo que virá, será de todos vocês, colegas e amigos aos quais dedico meus sinceros e profundos agradecimentos.


“Se ages contra a justiça e permito que assim o faças, então a injustiça é minha.”
(Mahatma Gandhi)
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